Investir em carros clássicos vale mais a pena que em imóveis ou poupança

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Gordini, um clássico da Renault nos anos 1960 no Brasil

Se alguém te falasse há 4 anos que comprado uma caranga usada por R$ 9 mil, esse investimento lhe renderia hoje 466,66%, você não só não acreditaria como chamaria o cara de louco.

Pois é, mas isso é real. Um estudo apontou  que modelos de carros antigos – com mais de 30 anos -, podem render mais do que aplicações financeiras. Dinheiro na poupança ou comprar imóveis, comparado a esse negócio, virou piada!

Para ter uma ideia, alguns carros tiveram valorização 135% acima da CELIC, que é a taxa básica de juros. Para o pesquisador Luis Henrique Rigato, economista da Fundação Getúlio Vargas: “O resultado é muito favorável”. E olha que não é preciso ser doutor em economia para perceber isso. Então, o exemplo que abre essa matéria vem justamente de uma Kombi tipo corujinha, produzida entre 1968 e 1975, que há 4 anos se pagava no mercado R$ 9 mil e hoje, bem conservada, com placa preta, tem o preço médio de mercado em R$ 51 mil.

Kombi 1975, raridade que pode custar mais de R$ 90 mil

É claro que para ter um valor assim num carro clássico, ele precisa estar bem conservado, com a maior parte de peças originais. Nesse caso, nada de colocar gato na parada.

TC VW 1972, placa preta, pode chegar a R$ 50 mil no mercado

Em recente viagem que fiz para as cidades históricas de Minas Gerais, me deparei com vários modelos clássicos impecáveis circulando pelas ruas. Pareciam até que acabavam de deixar a concessionária. Como um Volkswagen Karmann Ghia TC, 1972 que estava parado na porta do hotel em que me hospedei em São João Del Rei, ou nos tantos outros que estão em um museu na cidade de Tiradentes, em perfeitas condições de uso.

Veja só os campeões de rendimento nesse mercado de clássicos:

Kombi: 135%

Dodge Charger: 125,9%

Dodge Dart: 117,7%

 

Fonte: R7

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